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Falta pouco, mas não menosprezemos ninguém.

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Essa semana é decisiva para a campanha à presidência.

Hoje tem Debate na TV Record. Temos mais uma oportunidade de confrontar as ideias dos dois candidatos.

Acredito que a diferença já é nítida entre os postulantes, e questões como privatizações, comparações entre governos e corrupção serão incluídos.

Na melhor das hipotéses, para nós telespectadores, será ver os dois debaterem sobre a bolinha de papel. Quáquáquá.

Porém a campanha veroz dos veículos da velha mídia ou PiG, continua. Não menosprezem a Bala de Prata.

Não acreditem no cansaço, nem da admissão de derrota. Eles não se entregam fácil, e dessa vez não será diferente.

Faltam 07 dias. São: 06 edições do JN, 07 Estadões, 07 Folhas de São Paulo, 01 Veja. Muita coisa tá em jogo.

Amigos navegantes, a batalha será dura e a militância como sempre forte. Vamos com Dilma.

Extraído do quase censurado Viomundo.

24 de outubro de 2010 às 1:00

Alerta de quem é do ramo: a armação que pode vir nos dias finais de campanha

por Luiz Carlos Azenha

O alerta é de um jornalista experiente, com amplos contatos na comunidade de informações, com arapongas e ex-arapongas.

Não nasce de um evento específico, mas de um encadeamento lógico de fatos: a campanha sórdida e subterrânea na internet, os panfletos apócrifos, as chamadas por robôs e a farsa de Campo Grande, onde o único ferido — realmente ferido — foi um militante petista com um corte no supercílio (que não apareceu no Jornal Nacional).

Vem da repetição de um padrão no telejornal de maior audiência: Dilma, agressiva; Serra, vítima. Um padrão que se manteve na noite deste sábado, quando a Globo omitiu o discurso do governador paulista Alberto Goldman em que ele sugeriu uma comparação entre Lula e Hitler (com menção ao incêndio do Reichstag), omitiu que militantes de PT fizeram um cordão de isolamento para que uma passeata tucana avançasse em Diadema e destacou o uso, por eleitores de Serra, de capacetes para se “proteger” das bolinhas de papel.

O colega, em seu exercício de futurologia, mencionou o Rio de Janeiro como o mais provável palco de uma armação, por dois motivos:

1) é onde fica a Globo;

2) é onde subsiste a arapongagem direitista.

Como lembrei neste espaço, anteriormente, foi assim o golpe midiático perpetrado em 2002, na Venezuela, retratado nos documentários A Revolução Não Será Televisionada e Puente LLaguno.

Parte essencial daquele golpe, que juntou militares insatisfeitos com a oposição em pânico e apoio maciço da mídia, foi a acusação de que militantes chavistas tinham atirado em civis desarmados, quando as 19 mortes registradas num confronto entre militantes das duas partes resultaram de tiros disparados por franco-atiradores e policiais de Caracas leais à oposição. Porém, foram semanas até que tudo ficasse claro para boa parte dos venezuelanos e para a opinião pública internacional.

O Brasil de 2010 não é a Venezuela de 2002, mas não custa ficar alerta.

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