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Folha consegue (agora)os registros de Dilma.

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Otavinho tanto fez, que conseguiu os registros do processo de Dilma Rousseff enquanto presa durante a ditadura militar.

Os militares negaram o pedido à Folha durante as eleições por motivos óbvios.

Na última vez que eles divulgaram coisa a respeito desse assunto, foi um festival de mentiras. Mandaram fabricar uma ficha falsa  nos porões do Photoshop e, claro, virou piada na internet.

Só esqueceram de chamar o perito Molina para atestar a veracidade da ficha falsa. Esse perito é o que proferiu a celebre “O evento bolinha é diferente do evento rolo.” quáquáquá.

Mas e agora? O que Otavinho quer com esses registros?

Não nos esqueçamos que a Folha foi uma das financiadoras da ditadura militar, da repressão. Ninguém esquece que a Folha emprestou seus carros para os militares agirem.

Não nos esqueçamos que a mesma Folha classificou o período militar no Brasil como “Ditabranda”.

Estão tentando desestabilizar o próximo governo desde já. O Enem é prova disso.

Amigos navegantes, eles ainda tentarão o Golpe. Não conseguirão.

 

Clique e leia no G1

Superior Tribunal Militar libera acesso de jornal a processo de Dilma

Na ditadura militar, processo levou à prisão da presidente eleita.
Com decisão, jornal poderá consultar autos e fazer cópias.

Débora Santos Do G1, em Brasília

O Superior Tribunal Militar (STM) liberou nesta terça-feira (16) o acesso do jornal “Folha de S.Paulo” ao processo que, durante a ditadura militar, levou à prisão a presidente eleita, Dilma Rousseff. Por 10 votos a 1, o plenário concedeu o pedido feito pelo jornal, que havia sido impedido de conhecer os autos.

Com a decisão, o jornal poderá consultar e fazer cópias do processo, mas somente após a publicação da decisão no “Diário da Justiça”, o que deve ocorrer na próxima segunda (22).

A advogada da “Folha de S.Paulo”, Tais Gasparian, lamentou que a decisão tenha saído apenas depois das eleições. “Foi uma vitória da sociedade, mais que uma vitória da ‘Folha de S.Paulo’. Esses documentos históricos jamais poderiam ser subtraídos. É lamentável que o pedido tenha sido deferido pós eleições”, disse.

O julgamento sobre o caso havia sido interrompido em 19 de outubro, com placar de 2 votos a 2, por um pedido de vista da Advocacia-Geral da União (AGU). Segundo o coordenador de Assuntos Militares da AGU, Maurício Muriack, a União deveria ter sido citada na ação.

O relator do caso no STM, ministro Marcos Torres, foi o único a votar contra o acesso do jornal aos autos. Ele entendeu que isso fere o direito à privacidade da presidente eleita. Segundo o ministro, não houve pedido de autorização a Dilma para ter acesso ao processo.

No início do julgamento, Torres propôs que fossem citadas na ação também a presidente eleita e outras 71 pessoas envolvidas no processo, instaurado durante a ditadura militar. A sugestão foi rejeitada pela maioria dos ministros.

O ministro relator citou ainda em seu voto a legislação que trata do acesso a arquivos públicos e que, segundo ele, justifica o sigilo do processo no caso.

“Acho que só com o consentimento dela [Dilma Rousseff] e dos outros deverá haver o afirmativo ou não para que seja reproduzido ou colocado à sociedade [o processo]”, afirmou o relator. Continue lendo .

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