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A fila andou.

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Como já estamos em clima de carnaval, resolvi postar um vídeo com uma música interpretada por um dos ícones da música baiana, Chiclete com Banana.

Tudo isso para homenagear nosso querido Zé Serra.

Segundo o Presidente do PSDB Mineiro, “A Fila andou para Serra”

Leia Também Nova crise no PSDB.

Extraído do R7
publicado em 28/01/2011 às 08h49:

Tucano mineiro diz que “fila andou” para Serra

Narcio Rodrigues defende fim ao continuísmo na cúpula do PSDB

 

Um dos principais aliados do senador eleito Aécio Neves, o secretário de Ciência e Tecnologia de Minas Gerais e presidente do PSDB estadual, Narcio Rodrigues, parafraseou o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) para jogar ainda mais combustível na fogueira em que se transformou a disputa pelo comando nacional do PSDB.

Nesta quinta-feira (27), durante visita à Unimontes (Universidade Estadual de Montes Claros), Narcio provocou o ex-governador de São Paulo José Serra ao dizer que a “fila andou”.

O tucano paulista tenta manter seu poder no PSDB ao reivindicar o lugar do senador Sérgio Guerra (PE) na presidência do partido.

Ao lado de interlocutores do atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aliados de Aécio Neves costuram uma operação para fechar as portas do comando do PSDB para Serra. Derrotado na corrida presidencial, o tucano paulista manifesta interesse pela direção da sigla para se manter em evidência.

Alckmistas e aecistas teriam liderado abaixo-assinado pela recondução de Sérgio Guerra à presidência do partido, na eleição marcada para maio. Admitindo não ter consultado Serra sobre o assunto, Sérgio Guerra nega ter participado da elaboração do documento idealizado por senadores do PSDB.

– É um documento dos deputados.

A operação foi posta em prática na quarta-feira (26) pela manhã, durante reunião da bancada do PSDB para a eleição de Duarte Nogueira (SP) para a liderança do partido na Câmara, quando mais adesões à ideia foram obtidas.

Narcio Rodrigues não confirmou participação na estratégia, mas lembrou que o PSDB foi derrotado em três eleições e considerou que se a legenda quiser retornar à Presidência da República em 2014, as chances concretas são com Aécio Neves.

– Sem dúvida, o candidato a presidente da República nas eleições de 2014 é o senador [eleito] Aécio Neves. O presidente Fernando Henrique Cardoso já falou a frase mais verdadeira deste período pós-eleições: ‘a fila andou’. O Serra já teve suas oportunidades.

O tucano mineiro defendeu que o momento necessita de uma presença nova para fazer frente à situação de poder no país. E, segundo Narcio Rodrigues, Aécio representa este quadro que pode “reanimar a militância” do PSDB e daqueles que esperam mudanças.

– O momento é de uma presença nova, de quadros políticos novos. O PSDB tem em Aécio uma figura que representa renovação política, de perfil maduro e experiente administrador público. É um homem de capacidade de conciliação que pode construir uma aliança não só para as eleições, mas também para governar o país no futuro.

Depois de um período afastado das conversas, José Serra voltou a manifestar disposição de participar das reuniões da cúpula tucana, o que vem sendo encarado como sinal de que pretende interferir nos rumos do partido.

De acordo com Narcio Rodrigues, apesar de as eleições de 2014 estar distante, é preciso deixar as “vaidades de lado” para que o nome do PSDB seja concretizado.

– Entendo que se o PSDB quiser ser vitorioso nas próximas eleições, não poderá deixar de considerar a candidatura de Aécio como a possibilidade real que o partido tem, concreta, de voltar à Presidência da República.

Rodrigues acredita que a elaboração do abaixo-assinado favorável à recondução de Sérgio Guerra à presidência do PSDB se deu em função do processo eleitoral de 2010 quando, segundo ele, a candidatura do senador mineiro sequer foi analisada.

– Não aceitaremos que nos tratem como nas eleições passadas, onde não analisaram a possibilidade da candidatura do senador Aécio Neves. O PSDB precisa aprender a discutir internamente seus problemas, aprender a buscar caminhos e democratizar suas decisões. Temos que fazer das nossas derrotas um grande aprendizado e não tenho dúvidas de que a renovação, com a presença do Aécio no Congresso Nacional nos próximos anos, vai servir para que se faça uma grande dissertação em torno do nome dele.

O líder tucano defendeu o que chamou de “a hora do fim ao continuísmo” vivenciado pela cúpula do PSDB.

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