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Dilma vai acabar com o Crack. Isso é Gestão.

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Com Dilma, viciado não estará dividido entre a "cadeia e o caixão"

 

A Presidenta Dilma anunciou nesta quinta-feira um Plano para capacitação de agentes especializados para atendimento de usuários de crack. Essa medida visa o tratamento para dependentes da droga que vem matando e destruindo lares Brasil afora.

Essa foi mais uma promessa de campanha a ser realizada com menos de 60 dias de governo (Clique e leia outros).

Uma integração entre os Ministérios da Justiça, Educação e Saúde além da Secretaria Nacional de Política sobre Drogas, visa o combate ao tráfico além do tratamento e acompanhamento de usuários e viciados.

Em outra época, o usuário estaria entre a “Cadeia ou Caixão” isso é neo-liberalismo. Esse governo demonstra preocupação social e mobiliza a sociedade civil para essa discussão. Muito diferente dos moldes de FHC que quer liberar a maconha para os riquinhos da Zona Sul. (Ele já foi um).

Amigos navegantes, enquanto a oposição e o PiG esperneiam, Dilma trabalha.

Leia também:

PiG: Show de desinformação
Dilma levará fibra-ótica para Boa Vista-RR e Mananus-AM. Que horror!!!
Integração continua.

 

 

Extraído do R7

publicado em 17/02/2011 às 12h53:

Dilma lança projeto para ajudar viciados em crack

Mais de 14 mil agentes deverão ser formados para atender usuários

Renan Ramalho, do R7, em Brasília

O governo apresentou nesta quinta-feira (17) um programa de capacitação para agentes especializados no atendimento a usuários de crack. Em todo país, 49 universidades públicas vão oferecer cursos de formação e extensão nas áreas de assistência social e saúde específicos para tratamento de dependentes químicos.

Cada uma irá oferecer um pacote de quatro cursos para formar 300 profissionais. Até o final do ano, serão 14.700 espalhados por 844 municípios em 19 Estados. A seleção dos profissionais caberá aos secretários municipais e estaduais de saúde. Eles deverão atuar em hospitais, núcleos de saúde familiar e centros de referência para tratamento.

As universidades beneficiadas com o programa – cada pacote está orçado em R$ 300 mil — foram escolhidas a partir de um concurso público aberto. A maioria se concentra nas regiões Sudeste e Sul.

No evento do programa, que reuniu reitores e ministros, a presidente Dilma Rousseff disse que o país passa por um “quadro extremamente preocupante” na questão das drogas e reiterou que seu governo irá fazer um “enfrentamento sistemático ao crack”.

– Devido às características de nossa juventude, nós sabemos que essa é uma droga que tem uma capacidade de propagação muito elevada.

Primeiro que sai barato, segundo que é extremamente danosa. E terceiro porque contribui para uma desagregação da personalidade, mas também dos índices sociais.

O programa integra a segunda fase do Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack, lançado no ano passado em meio à campanha eleitoral de Dilma. É caracterizado como “ação estruturante”, para formas de enfrentamento que vão além de ações imediatas.

A secretária nacional de combate às drogas, Paulina Duarte, destacou a importância de reforçar o atendimento permanente em centros especializados para dependentes.

– Não é mais possível pensar que [apenas] com atendimento em ambulatório e hospital o dependente de drogas terá sua situação resolvida.

Ela informou que no próximo mês a Fundação Oswaldo Cruz deverá apresentar um levantamento nacional com número e incidência dos usuários de crack em cada região do país.

Sobre a concentração de cursos para formação no Sul e Sudeste, disse que mais universidades dessas regiões se interessaram pelo projeto, mas admitiu que é onde há mais conhecimento técnico para estudos sobre drogas.

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1 Comentário

  1. Bruno disse:

    Sou totalmente a favor desses projetos. Mas também a favor da legalização da maconha.
    Ou isso, ou proíbe logo álcool e cigarro.
    O problema é que os ricaços que fizeram fortunas no passado com o cigarro e com o álcool, hoje monopolizam esse “mercado”. E eu to falando de ricaço, não é de rico não. O Ronaldinho Gaúcho é rico, ricaço é aquele coroa que assina o contracheque dele.

    “E pro índio nada mais faz sentido
    Com tantas drogas porque só o seu cachimbo é proibido?” (Gabriel, o pensador)

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