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73% de aprovação com menos de 100 dias de governo.

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Fizemos a escolha certa. Com certeza.

Nossa Presidenta já mostrou seu cartão de visitas. 73% de aprovação do seu governo com menos de 100 dias à frente do Planalto.

Será que isso é por acaso?

Claro que não. Dilma demonstrou seriedade e competência desde o 1º dia, e claro uma preocupação com os problemas do país, porque ela de fato conhece o Brasil.

E não adianta mais chiar, e achar que sua popularidade é fruto da associação com Lula. Ela já consolidou sua imagem perante todos os setores da nossa sociedade, como também internacionalmente.

O PiG atribuirá-lhe essa alta popularidade à visita de Obama ou que hoje é 1º de abril ou outro motivo tosco qualquer. E ainda tentarão arrumar uma intriga também tosca entre Dilma e Lula.

Coitados.

Para quem proclamou que o Governo Dilma não daria certo. Engulam mais essa.

Amigos navegantes, isso é só o começo.

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Extraído do G1

01/04/2011 11h34 – Atualizado em 01/04/2011 12h33

Mariana Oliveira Do G1, em Brasília

A presidente Dilma Rousseff é aprovada por 73% da população, de acordo com pesquisa Ibope encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e divulgada nesta sexta-feira (1º). Dos entrevistados, 12% disseram desaprovar a presidente e 14% não souberam ou não responderam.

A avaliação é a primeira feita pelo Ibope sobre a gestão Dilma, após 80 dias de governo. De acordo com o levantamento, 56% consideram o governo ótimo ou bom, 27% regular e 5% ruim ou péssimo. Outros 11% não souberam ou não responderam.

O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 141 municípios de todas as regiões do país. A pesquisa tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, o que significa que a aprovação da presidente pode variar de 71% a 75%.

2.002 pessoas foram ouvidas em 141 municípios de todas as regiões do país

Dos entrevistados, 74% disseram confiar na presidente Dilma, 16% afirmaram não confiar e 10% não souberam ou não responderam. “A confiança é ligeiramente maior entre os homens (76%) e um percentual maior das mulheres estão indecisas. Tanto entre os homens como entre as mulheres, o percentual que não confia na presidente é de 16%”, diz o relatório da pesquisa CNI/Ibope.

A pesquisa encomendada pela CNI avalia trimestralmente a popularidade e o desempenho administração federal junto à opinião pública. O estudo revela a imagem do governo, do presidente da República, e traz também a percepção da população sobre temas importantes como desemprego e medidas com impacto direto na economia.

Comparação com o governo Lula
Na comparação com o governo Lula, o governo de Dilma é igual ao do antecessor para 64% dos entrevistados. Para 12%, Dilma faz um governo melhor do que o do ex-presidente, enquanto que para 13% o  governo Lula era melhor do que o atual (11% não souberam ou não responderam).

A opinião de que o combate à inflação deve ser prioridade é tão mais disseminada quanto maior a idade e o nível de renda familiar do entrevistado”
Relatório da pesquisa CNI/Ibope

De acordo com a pesquisa, a influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no governo Dilma é lembrada por apenas 2% dos entrevistados.

Aprovação por setores
O Ibope também ouviu os entrevistados sobre a atuação do governo em nove áreas: combate à fome e à pobreza; combate ao desemprego; meio ambiente; educação; combate à inflação; taxa de juros; segurança pública; saúde e impostos.

Em quatro itens, Dilma foi aprovada por mais da metade da população: combate à fome, combate ao desemprego, meio ambiente e educação. A desaprovação foi maior que a aprovação em segurança pública, saúde e impostos. Em taxa de juros houve empate.

As medidas de combate à inflação do governo DIlma são aprovadas por 48% dos entrevistados, enquanto 42% desaprovam e 11% não souberam ou não responderam.

74% dos entrevistados disseram confiar na presidente Dilma; 16% afirmaram não confiar

Em relação à taxa de juros, o levantamento apontou um empate: 43% aprovam as ações e 43% desaprovam (14% não souberam ou não responderam).

A desaprovação ao governo é maior que a aprovação quando o assunto é imposto; 53% disseram desaprovar a gestão Dilma nesse quesito, contra 36% que aprovam e 11% que não responderam.

Na área de segurança pública, mais pessoas também desaprovam do que aprovam o governo: 49% não estão satisfeitos com as medidas governamentais, contra 44% que aprovam as ações.

A discussão sobre o salário mínimo e a visita ao Brasil do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, são os dois temas mais lembrados pelos entrevistados em relação aos 80 dias de governo Dilma: 22% se lembram sobre as discussões a respeito do aumento do salário mínimo e 11% se recordam das notícias sobre a visita de Obama.

Combate à inflação
Para 40% dos entrevistados, o combate à inflação deve ser a principal prioridade do governo, enquanto que para 44% deve ter prioridade igual às outras políticas governamentais. Dos entrevistados, 9% acham que o combate à inflação não deve ser prioridade no governo e 7% não sabem ou não responderam.

“A opinião de que o combate à inflação deve ser prioridade é tão mais disseminada quanto maior a idade e o nível de renda familiar do entrevistado”, afirma a pesquisa.

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4 Comentários

  1. Cláudio Vigas disse:

    O que eu entendo é que NÃO

  2. Cláudio Vigas disse:

    bem… como eu ia dizendo:

    …é que NÃO devemos nos pautar ou balizarmos por “pesquisas” sejam elas encomendadas ou tomadas de chofre, no seio do “povo”. Acredito ainda, que devemos ter um senso crítico de tal ordem e magnitude que nos remete à uma independência da Análise do Discurso, campo este, que devemos pesquisar, estudar de forma que avancemos nas analises não-burguesas, para que as “pessoas” cresçam nas responsabilidades e em ações mais contundências das exigências que os seus eleitores tanto prezam… e por fim, convenhamos que este não é o melhor parâmetro para medir ou avaliar as verdadeiras e históricas demandas do nosso povo; pelo simples fato que ele somente é insuficiente para responder, na sua real dimensão, a “gestão” do governo. É na verdade, uma redução e uma subversão do que é realmente “fazer política”… servi realmente mais para avaliar a pessoa que está na presidência, coisa que a burguesia abominava na figura do “culto à personalidade”. Isso, notadamente, inserido no discurso da mídia burguesa, num ataque direto aos líderes dirigentes (“ditadores”…) do campo Socialista. Mas, que hoje é usado na personificação do governo – como “termômetro” – e do Estado… e, parafraseando uma máxima do absolutismo: “O Governo sou Eu…”, ou “O meu governo…” e etc. Devemos então, repugnar veementemente este discurso que não é nosso historicamente e devemos ter sim, resultados de outra pesquisas; para que se possa fazer uma análise mais fiel da gestão, Programa de Governo, ou das promessa de campanha… Deixemos, toda essa Propaganda, para a turma do PIG!

    Podemos e devemos sermos mais inteligentes. E, ver “as coisas” não somente comos “zóios da cara” mas com os da mente também.

    Longa Vida Camaradas!!!
    E, Viva Kadafi Viva a Líbia. A Líbia, para os Líbios!!

    • sinesiopontes disse:

      Quanto à pesquisa concordo quando você diz que serve como “termomêtro” e também vejo assim.
      Mas por que eu exaltaria uma pesquisa que foi elaborada, encomendada e executada pelo PiG? Justamente por que foi feita pelo PiG. FHC e Lula passaram por esse momento e tiveram sua avaliação.
      Estamos com menos de 100 dias desse atual governo onde muitos, (e bote muitos) acreditam que não irá pra frente, sejam no campo da Direita ou da Esquerda, cada um com seu motivo. Pois bem, acreditei e acredito nesse plano, que ao meu ver começa meio nebuloso, porém é cedo para avaliarmos.
      Lula terminou seu governo com 87% de aprovação, hoje Dilma tem 73%. Matematicamente houve uma queda, então porque comemorar, hein??? O que está em jogo já é 2014, ou num horizonte mais próximo e nítido, 2012. Essa pseudo pesquisa “starta” o processo eleitoral e me anima quanto a isso.
      Além disso há o fato do PiG insistir no desprezo à figura do Lula ou até mesmo na separação dos dois, Dilma e Lula.
      Somos encharcados por informações de vários veículos, que sabemos e concordamos a maioria não retrata a verdade. Nós próprios precisamos fazer nosso exercício de verdade e conseguir separar Fato e Mentira. E diante disso uma pesquisa de aprovação popular não reflete as conquistas, mas dá uma ideia de, pelo menos, aceitação.
      Não posso desprezar esses movimentos.

  3. Cláudio Vigas disse:

    …hummm! Não é bem isso Base.

    Estamos numa guerra! E, não podemos nem muitos menos, utilizar este discurso, que parece ser diverso, difuso e inofensivo… que é uma “arma” dos “nossos” inímigos! Devemos, críticar o Sistema de coisas que leva a produzir pesquisas que parecem “nos” beneficiar! Ou seja, isto não nos pertence. Entende???
    O campo de nossa luta é outro!!! E, movimento, não podemos lutar no campo do inímigo.
    Não nos interessa, porcaria de pesquisa nenhuma!!!
    Tudo bem que façam… mas, e daí? Comentar ou avaliar? Esse “termômetro”, não é nosso!
    Que façam as tais pequisas… mas, passar a dar a atenção! Não!!!
    Base, é porque, vc está no “MEIO”… mas, olhando para a “esquerda”…. se vc um dia, se posicionar à “esquerda” e olhando pro MEIO… vai entender!
    Longa Vida Camarada!!!

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