Sinesio Pontes Blog

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Arquivo mensal: dezembro 2011

Privataria Tucana, o livro do século.

Esse sim, não dá pra não ler.

Atenção aos desavisados.

Este livro é baseado em Fatos reais e não em mentiras e ilações construídas nas redações de Veja, Folha ou Globo.

Todos os documentos foram extraídos de cartórios e não em “furos jornalísticos” de propriedade do PiG.

Para quem não sabe este livro denuncia práticas de corrupção e enriquecimento ilícito de Serra e seus familiares (sua filha de novo), Daniel Dantas (que pagou propina para os tucanos) além de outros personagens importantes das privatizações tucanas no governo FHC.

Amigos navegantes acabo de receber a previsão que Tucano é uma raça em extinção no Brasil.

Já era hora.

Leiam também:

A Privataria Tucana’ gera repercussão nas redes sociais e tem esgotamento relâmpago nas livrarias.

Assista a Entrevista com o autor do livro contra Serra.

Nem Jô Soares, nem Boni. O Brasil quer ler “Privataria Tucana”.

Privataria tucana: bate-boca no Senado

Nem Jô Soares, nem Boni. O Brasil quer ler “Privataria Tucana”.

O PiG simplesmente desprezou o livro de Amaury Ribeiro Junior.

Esse sim, não dá pra não ler.

Abriu-se a verdadeira caixa de pandora. O mais aguardado e também o mais odiado registro que se tem das falcatruas do PSDB praticadas pelos tucanos na época que privatizaram o Brasil.

Propinas, lavagem de dinheiro, contas em paraísos fiscais durante o governo FHC além de espionagem entre os tucanos Serra e Aécio são os temas deste que promete revolucionar o mercado literário além de esclarecer alguns fatos que foram encobridos por nossa imprensa e que até hoje nunca se comentou.

Isso não saiu no JN de Bonner e de Patrícia, que calada é uma poeta. Nem na Folha, nem nos artigos de Reinaldo Azevedo, de Augusto Nunes. Nem foi vergonha para Boris Casoy.

A operação abafa foi geral.

Mas o livro “bomba” já é um sucesso. Esgotou no 1º dia. E repetindo as palavras do querido presidente “Nunca na história desse país” se viu tamanha procura por um livro jornalístico, e sem um minuto no PiG.

Privatização da Saúde no Paraná.

Choque de gestão tucano a la Beto Richa.

O governador paranaense, Beto Richa (o mesmo que censura blogueiros que falem contra seu governo) conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa seu projeto de privatização da Saúde.

Não é novidade que político tucano adora privatizações, está na cartilha do PSDB, ná página 3.

Pena que o povo tenha memória curta.

Censura, privataria e desmandos em menos de um ano de governo.

Deputados “driblam” manifestantes e aprovam projeto de terceirização

Sessão, que havia sido interrompida, foi retomada às 21h, depois que grupo que ocupou a Assembleia foi embora. Projeto foi aprovado por volta das 23h45

05/12/2011 | 15:36 | Euclides Lucas Garcia e Heliberton Cesca atualizado em 06/12/2011 às 00:27

Os deputados estaduais aprovaram, por volta das 23h45 desta segunda-feira (5), na Assembleia Legislativa do Paraná, o projeto de lei que permite ao Governo do Estado terceirizar serviços públicos. O texto foi aprovado em segunda discussão e recebeu 39 votos favoráveis e oito contrários.

Por volta das 00h13 já da terça-feira (6), os deputados aprovaram cinco emendas feitas ao projeto — uma sexta emenda foi rejeitada, tratando da composição do Conselho Fiscal do convênio.

O projeto será votado em terceira discussão no plenário da Assembleia em sessão ordinária na terça-feira. Antes de seguir para sanção do governador Beto Richa (PSDB), a proposta precisa ser aprovada ainda em redação final. O regimento interno da Alep, porém, possibilita que esta última votação seja dispensada por meio de requerimento aprovado pelo plenário.

>>> Veja fotos da manifestação

O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Valdir Rossoni (PSDB), ignorou o protesto de 250 pessoas, que desde às 17h desta segunda-feira (5) ocupavam o plenário da Casa, e colocou em votação, a partir das 21h, o projeto.

A ocupação da Assembleia por sindicalistas e estudantes pretendia evitar a votação do projeto sem a participação da sociedade, através de audiências públicas. Durante a invasão, houve empurra-empurra com seguranças, que chegaram a usar armas de choque-elétrico para conter os manifestantes, mas sem sucesso.

Os deputados chegaram a se reunir no “plenarinho” – sala menor próxima ao plenário principal – para retomar a sessão suspensa desde o fim da tarde. Ao perceber que não evitariam a votação da pauta, os manifestantes começaram a deixar a Assembleia de mãos dadas e gritando palavras de ordem. O “plenarinho” chegou a ser isolado por PMs à paisana para evitar uma nova invasão e a interrupção da votação.

Após a saída dos sindicalistas e estudantes, os deputados retornaram ao plenário principal e continuaram a sessão.

Comissão-geral

Logo depois que retomaram a sessão da Assembleia, os deputados estaduais aprovaram dois requerimentos e transformaram a sessão em comissão-geral, como estava previsto desde o início do dia. Eles também aprovaram duas sessões extraordinárias. A intenção da base de apoio ao governo Richa era, com isso, acelerar as votações. Com o plenário transformado em comissão-geral, os projetos de lei precisam de apenas uma votação para serem aprovados e não em dois turnos, como acontece normalmente. (mais…)

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