Sinesio Pontes Blog

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Primavera arábe?

Ouvia-se os gritos: "Sem partidos, Sem partidos."

Ouviam-se os gritos: “Sem partidos, Sem partidos.”

 

Em 1964 no Brasil, houve um Golpe militar que depôs o Presidente democraticamente eleito.

O povo aplaudiu.

Em 2013 no Egito, houve um Golpe militar que depôs o 1º Presidente democraticamente eleito.

O povo aplaudiu.

Em 2013 no Brasil, faltou pouco.

Se liga Brasil.

De volta!

Nem faz tanto tempo assim que eu passei por aqui, mas a intensidade não era mais a mesma.

Só que agora as coisas já estão se ajeitando. Tudo voltando a ser como antes, e meu tempo para fazer coisas que gosto, aumentando.

Não na proporção que eu queria, mas tá bom.

Tanta coisa para dizer né!!!

Té mais.

Você já olindou?

Pelas ruas que andei…

Excelente texto e autoria de Téta Barbosa no inesperado Blog do Noblat.

Quem conhece Olinda, sabe do que está se falando.

Senão conhece. Não perca tempo.

Crônica

Como não amar uma cidade onde um McDonald’s faliu?, por Téta Barbosa

Eu olindo, tu olindas, ele olinda. Nos domingos, nós olindamos.

Descobri que Olinda era verbo quando dei uma carona para o músico Erasto, irmão do percussionista Naná Vasconcelos. O irmão menos famoso do clã dos Vasconcelos escolheu a cidade alta para passar seus dias. Por lá escreveu o guia “das Olindas” que diz assim:

“Subi Mercado da Ribeira Desci largo de São Bento No largo do Varadouro Na Praça do Jacaré

Afoxé, afoxé Olinda mandou me chamar”

E, enquanto cantarolava no carro durante a carona, avisou: “pode me deixar nos Quatro Cantos mesmo, estou precisando Olindar”.

E como não amar a única cidade no mundo onde um McDonald’s faliu?

Olinda é mesmo uma cidade estranha. E isso me faz lembrar um causo, passado numa segunda-feira chuvosa num bar da cidade histórica. E esse conto, caro leitor, não se passou com a amiga da prima da minha sogra, não. Foi comigo mesmo que aconteceu, por isso posso atestar de pés juntos, a estranheza do acontecido.

Lá estávamos nós, amigos boêmios, numa festinha regada a jazz na sede da Pitombeira (bloco famoso nos dias de Carnaval). Entre uma música e outra, rolou um zum zum zum, à boca miúda, de que naquela mesma festinha estava Matt Dillon (ator famoso das bandas de Hollywood).

– Matt quem? É aquele que fez Supremacia Bourne?

– Não, é o do filme Crash, no Limite. Aquele do Oscar, pô.

Passada a confusão para diferenciar Matt Dillon de Matt Damon (americano é tudo igual) e Brad Pitt de Tom Cruise (que no calor na discussão, entraram na conversa sem ter nada a ver com o assunto), confirmamos a presença do famoso no local. Sim, era ele.

A notícia, que tinha potencial para se transformar em euforia, autógrafos e briga por fotos em qualquer lugar do mundo, parou por aí. É de Olinda que estamos falando, afinal de contas. Ninguém, repito, ninguém no recinto abordou o cara. Matt ficou lá; sozinho, carente.

O desprezo pelo moço chegou a tal ponto que ele teve que tirar fotos dele mesmo no balcão do bar. Deu até pena (dó, na linguagem do Sul, porque quem tem pena é galinha). Mas a atitude blasé dos olindenses dizia “Pra que Matt se a gente tem Erasto?”. Que mais além se transforma em “pra que McChicken, se aqui tem tapioca?” ou “pra que badalar, se a gente pode Olindar”?

O fato, meus amigos, é que Olinda não é uma cidade, é um estado de espírito. E ai dos turistas que passam rápido demais, tiram fotos demais, compram bugingangas demais e nem têm tempo de conjugar o verbo Olindar. Desses dá pena, de verdade.

 

Téta Barbosa é jornalista, publicitária, mora no Recife e vive antenada com tudo o que se passa ali e fora dali. Escreve aqui sempre às segundas-feiras sobre modismos, modernidades e curiosidades. Ela também tem um blog – Batida Salve Todos

 

Breve pausa.

Retorno para terrinha; Carnaval pernambucano e uma licença-paternidade são os motivos que me fazem não aparecer por aqui por um tempo.

Em breve (muito breve) Retornarei.

Por enquanto relembrem:

 Afinal quem é o maior? 

Segundo sorriso

“Nada do que foi será. De novo do jeito que já foi um dia” essas palavras imortalizadas por Lulu Santos na Canção Como uma Onda retratam bem este meu momento. Jamais imaginei que ao passar novamente por isto, ainda me emocionaria, me preocuparia. E eu que achava que sabia de tudo sobre ser PAI.

NÃO.

Às 22:18 do dia 01/02/2012 nasceu Felipe do Nascimento Pontes, meu segundo filho, meu segundo herdeiro. Meu SEGUNDO SORRISO.

Não haveria como não compartilhar tal momento de felicidade e satisfação. Afinal de contas, apesar de ser o segundo, tudo foi novidade. A começar pelas sensações (da mãe é claro) e da hipertensão gestacional adquirida no finalzinho da gravidez, essa sim me preocupou bastante.

O que não foi novidade foi a ALEGRIA em vê-lo nascer, em cortar seu  cordão umbilical, em carregá-lo pela primeira vez em meus braços, em escutar seu choro e acalentá-lo.

Felipe veio ao mundo com saúde e sob muita esperança de toda a família. Eu, ainda abestalhado com tudo isso me encontro entre trocas de fraldas (de 1ª e 2ª opções), e sonos interrompidos na madrugada.

E apesar de tudo muitíssimo FELIZ com a Graça que Deus me deu.

Pra sempre!

Nem me dei conta de quanto tempo havia passado. Quando olho me remeto há 09 anos atrás e percebo que tudo está no mesmo lugar.

Alegria, tristezas, sorrisos, lágrimas, sucessos e fracassos nos tornaram cada vez mais fortes e unidos.

Na verdade eu nem sei onde estava com a cabeça quando embarquei nesta aventura maluca, mas te digo com verdade. Estes foram os melhores anos da minha vida.

Te amo, te amo, te amo !

Parabéns 01 ano.

Há exato 01 ano este blog registrou sua 1ª publicação nesta imensidão infinita. Surgiu nos calorosos dias de disputas eleitorais presidenciais.

Há 365 dias atrás, a candidata e agora Nossa Presidenta Dilma, se sentava na bancada do JN para ser coagida pelo casal Bonner, enquanto seu opositor, Serra, teve tratamento muito mais gentil. Percebi que havia uma corrida injusta onde os veículos tradicionais estavam a favor de um candidato, e como em eleições anteriores a tentativa de golpe era iminente. Então me senti na obrigação, como cidadão brasileiro, de fazer parte da campanha também.

E na minha busca vi que haviam muitos companheiros que compartilhavam de ideias semelhantes as minhas. A luta não seria solitária nem seria fácil. A Blogosfera havia se tornado o foco de resistência contra esta mídia burguesa e elitista. Vários blogs denunciavam práticas antigas utilizadas para derrubar candidatos. E um episódio marcante foi que um desses blogs dito “sujos” pelo candidato derrotado, denunciou a farsa da bolinha de papel, desmascarando Molina e a Globo.

Passado 01 ano, Dilma foi eleita mas não paramos no meio do caminho. Há muito o que se fazer ainda. Precisamos democratizar o acesso a internet, precisamos lutar muito pela Liberdade de expressão, precisamos lutar mais avidamente pela Comissão da Verdade e desmascarar os apoiadores da Ditadura Militar, precisamos acabar com o monopólio da informação e sobretudo sermos vigilantes ante a censura imposta por alguns veículos.

Nesta pequena caminhada colecionei 13.807 novos amigos. Foram acessos a este espaço que muitas vezes engrandeceram o debate e aguçaram o espírito cada vez mais crítico.

Amigos navegantes estejamos sempre vigilantes pois a batalha é dura e os inimigos cruéis.

“Sejam sempre capazes de sentir profundamente qualquer injustiça praticada contra qualquer pessoa em qualquer parte do mundo. Essa é a qualidade mais linda de um revolucionário.” Che Guevara.

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