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Entendam o papel de nossa imprensa e o mensalão.

Tirem suas conclusões.

 

O arbítrio é livre.

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Brasileiro não acredita mais nas pegadinhas do PiG.

“Se continuar assim, o Brasil vai se acabar….”

O brasileiro entendeu o recado.

Não acredita mais nas previsões catastróficas econômicas de Miriam Leitão e Sardenberg.

E não houve correria para sacar o dinheiro da poupança.

Pelo contrário.

Dois meses após as mudanças realizadas pelo Governo, a captação da caderneta de poupança bateu recorde.

Por essa, nosso PiG não esperava.

Nem a inaudiência da Fátima.

Leia também:

Poupança continua atraente mesmo com redução da Selic, diz economista – Globo

Venezuela ou Paraguai? Nossa mídia morre de amores pelos americanos imperialistas.

Chavez no Mercosul. O PiG babou….

O Senado paraguaio deu uma golpe no Presidente Lugo. Pelas bandas daqui muita gente aplaudiu. Globo, Veja, Jabores, Azevedos e Mervais saíram em defesa dos vizinhos golpistas e da legalidade do impeachment.

Por outro lado, a admissão da Venezuela pela Mercosul, que sempre foi vetado pelo próprio Senado paraguaio, foi condenada pelos mesmos veículos golpistas.

A quem interessa o Golpe no Paraguai?

A quem interessa a não entrada da Venezuela no Mercosul?

Aos mesmos de sempre.

Extraído da CartaCapital:

Roberto Amaral

11.07.2012 10:25

O Mercosul na pauta da velha imprensa

De par com a uniformidade ideológica de direita – ou seja, a inexistência do contraditório requerido pela democracia –, salta à vista a desconexão entre o interesse nacional e a mesquinhez editorial da grande imprensa brasileira.

Quando escrevo, nas linhas acima, “interesse nacional”, refiro-me, inclusive, aos interesses mais imediatos do empresariado. Do descompasso entre a chamada mídia e a nação, exemplo irretorquível é a campanha contra o ingresso da Venezuela no Mercosul, acesso o qual, sabem até os contínuos das redações, é do maior interesse para a economia brasileira e atende a necessidades geopolíticas nossas. É isso mesmo: o Brasil, mercê de sua extensão territorial, dos seus recursos naturais e da sua população, tem interesses geopolíticos legítimos; ademais, é a principal economia do continente. Gostem ou não os órfãos da política da subalternidade e as viúvas do alinhamento automático do Brasil aos interesses das grandes potências. Essa realidade, da qual evidentemente decorrem novas exigências, é incompatível com o “complexo de vira-lata” que domina a visão de mundo de nossas elites alienadas. A visão que elas têm de nosso povo e de nosso projeto de nação, uma nação que não poderia dar certo porque colonizada por portugueses de cabelos pretos e olhos escuros e não por franceses e holandeses. Povo que não poderia ansiar pela grandeza porque formado por europeus de segunda classe, índios preguiçosos e negros nostálgicos.

Por que, contrariando nossos interesses econômicos e políticos, essa “grande imprensa”, reflexa, combate o ingresso no Mercosul da terceira economia continental, uma das maiores reservas petrolíferas do mundo e o terceiro mercado consumidor da região? Na Venezuela, país ao qual me refiro, aliás, já operam inumeráveis empresas brasileiras, e para suas importações se voltam as esperanças da indústria manufatureira nacional, como alternativa às crises europeia e norte-americana – sim, por incrível que pareça, a crise é deles, do “pessoal de olhos azuis” como muito bem grafou o presidente Lula. Em resumo, é do interesse da economia brasileira, mais do que de todas as demais economias da região e do bloco, a expansão do Mercosul e nele o ingresso da Venezuela, já aprovado, antes da reunião de Mendonza, pelos parlamentos de Brasil, Argentina e Uruguai. Mas esse interesse não é só das empresas estritamente brasileiras (indústrias, construtores, bancos), pois é do interesse óbvio das multinacionais aqui instaladas, vez que elas atuam no Mercosul e em alguns casos com maior desenvoltura do que nossos empresários.

Mas os jornalões são contra. (mais…)

Globo contra-ataca para cima de Collor. O nível tá baixo.

Como há 20 anos.

A Globo repete as velhas práticas e parte pro ataque contra Collor, novamente. O Senador é voz constante contra esta velha mídia durante os trabalhos da CPI do Cachoeira. Collor é um dos poucos que defendem a ida de Policarpo Junior, o editor-chefe da Veja que é amigo de Cachoeira, à CPI.

Por conta disso, colocaram agora Rosane na TV, repetindo o gesto da Veja que colocou Pedro Collor  20 anos atrás no esquema.

Logo Rosane que a Globo

Tudo isso para calar Collor no Senado.

Para calar quem se rebele contra o PiG, onde seja.

Esta é a forma deles operarem.

Só não conseguiram calar Lula.

Leia também:

O discurso de Collor que motivou a retaliação da Globo – Luis Nassif

Pelo menos o golpe em Lugo serviu para alguma coisa. Venezuela seja bem vinda ao Mercosul.

Quem com ferro fere…

O parlamento paraguaio precisou apenas de 30 horas para dá um “golpe parlamentar” no presidente eleito Fernando Lugo. Brasil, Argentina e Uruguai precisaram de uma semana para dar resposta.

Suspenderam o Paraguai e seu presidente golpista das decisões do Mercosul, e ainda por cima admitiram a Venezuela no bloco, o que sempre foi preterido pelo parlamento paraguaio. O mesmo que defenestrou Lugo.

Além disso retirou o Paraguai da presidência rotativa da Unasul escolhendo o Peru em seu lugar.

A Veja é claro odiou. Em menos de uma semana foi do céu ao inferno. Exaltaram o golpe de Federico Franco e repudiaram a atitude dos três presidentes.

Seria trágico se não fosse cômico.

Era a brecha que Hugo Chavez queria. Como um goleador que se preze, não perdeu a chance de marcar mais um tento contra essa elite burra sulamericana, que odeia pobres e idolatra os americanos.

Para desprezo do nosso PiG, e dos Mervais, Azevedos, Jabores e Waacks alheios.

E alegria de Lula.

E a popularidade de Dilma? Nas alturas…

Leia também:

Protocolos do Mercosul causam chilique na mídia golpista – Blog da Cidadania

Veja apoia Golpe paraguaio, preparando-se para repetir a dose por essas bandas.  

Veja apoia Golpe paraguaio, preparando-se para repetir a dose por essas bandas.

“O que me incomoda é o silêncio dos bons”. Luther King

A modalidade paraguaia de dar golpe foi peculiar. Em 30 horas foi aprovado um processo de impeachment no parlamento, com apoio popular zero.

Não foi preciso tanques, nem fardados impunhando seus fuzis, apesar da presença de franco atiradores no teto do Congresso no momento em que desferia o Golpe “parlamentar”.

De terno e gravata como manda o figurino.

E nós, o que temos com isso?

Tudo.

Não é só a Ponte da amizade ou Itaipu que nos une.

E se Dilma não tivesse a maioria no Congresso?

Era possível destituí-la apenas por seu cabelo dessarrumado. Ou pelo simples fato da sua saia não combinar com a blusa.

Demitida por justa causa.

Como Lugo.

Temer assumiria e prontamente a Veja sairia em defesa do golpe.

Como está sendo com o Paraguai.

Quem apoiou este golpe, no fundo tem anseios que estes ventos soprem por aqui.

Jabores, Azevedos e Mervais já saíram a favor do golpe. Eles representam a mesma opinião dos grandes latifundiários e oligarcas que sempre se opuseram as mudanças conseguidas no Governo Lugo. A visão elitista o impedem de enxergar a vontade popular.

Pra eles “vontade popular é coisa de pobre.”

Por isso odeiam Lula.

Leia e tirem suas conclusões:

Impeachment de Fernando Lugo foi, sim, um golpe – CartaCapital

Paraguai em Luto. Fernando Lugo sofre golpe de estado – Sinesio Pontes

Diferenças – Merval

O que, afinal, quer Dilma? Reeditar a “Guerra do Paraguai”? O Brasil tem de ser mais respeitoso com a soberania de um país vizinho! – Veja

A bolinha de papel do Mentes.

Ó Magnânima ideia, Supremo…

Em 2010 jogaram uma bolinha de papel no Serra. Foi aquele estardalhaço.

Até tomografia ele fez. Não acharam nada, nem cérebro.

Caiu na rede, todo mundo viu.

Menos a Globo que precisou chamar Molina para desmentir o que todo mundo viu.

A Veja também não viu, e como sempre mentiu.

O final dessa fatídica história: Dilma derrotou o derrotado Serra. Isso todo mundo viu.

Agora a CPI do Cachoeira tá aí. A casa de Demóstenes caiu.

O Mosqueteiro da Ética da Veja foi descoberto com horas de ligação com o contraventor Cachoeira. Todo mundo ouviu.

Cachoeira subsidiando o editor-chefe Policarpo Junior da Veja, com matérias, no mínimo suspeitas. Pouca gente ouviu.

A Veja omitiu.

Globo, Folha e outros também.

Na CPI, Cachoeira ninguém ouviu.

Seu silêncio foi ouvido do outro lado da praça, lá no STF. Onde os grampos sem aúdio, também ninguém ouviu.

Mas em semana de depoimento de Demóstenes no Conselho de Ética e CPI, é preciso tirar o foco. O futuro-ex-senador não calará, mas também não delatará.

A tropa de Elite do PiG partiu pra cima de quem teve de fora desses últimos acontecimentos, até agora. A mesma tropa que abafou as ligações de Policarpo e Cachoeira,  que insiste em Agnello e esconde Perillo, que omitiu a Privataria Tucana.

Gilmar Mendes, aquele mesmo dos habeas corpus do banqueiro Daniel Dantas, sai em defesa da Tropa acusando Lula de pressioná-lo.

Qual é a lógica de se pressionar um ministro do STF?

Ou no meu Brasil, chantagem não é mais crime?

No papel de Ministro do STF, Gilmar deveria dar voz de prisão à Lula.

Isso caros, se essa história fosse verdade.

A reporcagem da Veja não ouviu Lula. O JN não ouviu Lula. Folha, Estadão também não ouviram Lula. E mesmo assim, desviam o foco de Demóstenes e insistem em Lula.

E lembram-se da bolinha de papel do Serra em 2010.

Essa história de pressão de Lula sobre Gilmar Mentes é a versão 2012 da bolinha de papel. De novo ninguém vai acreditar.

A viagem de Demosténes para Berlim paga por Cachoeira é fato. O inusitado encontro com o então Ministro do STF, Gilmar Mentes é preciso explicar.

A chance de se encontrar alguém conhecido, sem planejar, na Europa. É como achar uma agulha no Atlântico.

A não ser que fosse um Encontro de Negócios.

Como se sabe Demosténes era o braço de Cachoeira no Senado.

E no STF, quem será?

Bye bye.

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