Sinesio Pontes Blog

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Wikileaks tupiniquim. Satiagraha despida.

E agora Gilmar?

A Operação Satiagraha vazou geral.

A versão brasileira do polêmico Wikileaks,  Wikileaks Brasil divulgou o inquérito da Operação Satiagraha.

Tá mais do que na hora se saber a verdade.

Amigos navegantes, isso não sai no PiG.

Acesse a página do Wikileaks Brasil.
Leia também:
WikiLeaks vaza Satiagraha e mostra advogado de Dantas com a boca na botija de Paulo Henrique Amorim

 

Extraído do Cartacapital Wikileaks.

Vazamento: Operação Satiagraha


O site Wikileaks Brasil, organizado por um grupo anônimo sem qualquer ligação com o WikiLeaks de Julian Assange, publicou nesta terça-feira a suposta íntegra do inquérito da Polícia Federal sobre a Operação Satiagraha.

A operação deflagrada em julho de 2008 prendeu Daniel Dantas, dono do grupo Opportunity, o ex-prefeito de São Paulo Celso Pitta, e o investidor Naji Nahas.

Clique aqui para ler os documentos postados no site.

Os documentos não chegaram a ser enviados ou analisados pelo WikiLeaks oficial.

PM de Pernambuco exagera.

O Brasil assistiu perplexo a ação truculenta de PMs de Pernambuco em abordagem de suspeitos.

Não é essa polícia que precisamos. Precisamos de ação sim, porém com responsabilidades e uso do rigor da lei, não do coturno.

Amigos navegantes, Paz.

Repórter do PiG sente na pele truculência da PM Paulista.

Um simples protesto de estudantes sempre acaba com feridos em São Paulo, isso porque não existe dialógo.

Protesto e violência sempre andam juntas nas ruas da maior cidade brasileira. Seja pacífico, de estudantes, de professores ou até mesmo policiais. ( Em nenhum lugar do mundo assisti policia batendo em polícia, só em São Paulo).

Sai da frente, ou sobra pra todo mundo.

Dessa vez um integrante do mesmo movimento que apóia esses desmandos, o PiG, sofreu na pele as agruras da polícia militar paulista. Um repórter da Folha leva uma bala de borracha na testa, que com certeza não era pra ele, durante protestos de estudantes contra o aumento do preço das passagens.

Quero ver agora ?

Amigos navegantes, isso não passa no Polícia 24H.

Repórter do Folhateen fala sobre a experiência de cobrir um protesto de estudantes

IURI DE CASTRO TÔRRES
DE SÃO PAULO

Não é legal levar um tiro de borracha na testa. Dói. Na verdade, dói muito.

Filmava um protesto para uma reportagem especial do caderno Folhateen, quando percebi um princípio de confusão com a polícia: alguém estava sendo preso.

Policiais empunhando espingardas carregadas com balas de borracha tentavam afastar os manifestantes, que apontavam dedos e pediam a libertação do colega. Confusão armada.

Disparando tiros a torto e a direito, conseguiram, em parte, dispersar as pessoas, que, com raiva, começaram a quebrar tudo ao redor.

A solução? Bombas de efeito moral. Essas, sim, são assustadoras. Todos correram, enquanto os disparos continuavam.

Quando me virei para tentar captar a cena, “paft”, levei uma bala na testa. Como repórter não é herói, corri e me abriguei em uma galeria.

A adrenalina baixou, o galo na testa cresceu, respirei fundo e fui fazer o meu trabalho: perguntar a um policial (será que ele que atirou em mim?) informações oficiais sobre o ocorrido.


Reflexão sobre a reconquista do Rio.

Avaliações feitas por quem entende do assunto.

Serve como reflexão:

Extraído do CartaCapital.

Wálter Maierovitch, em 24/11/2010: “Confederação Criminal” tenta evitar expansão das UPPs.
Paolo Manzo, em 25/11/2010: Exportamos cocaína
Wálter Maierovitch, em 25/11/2010: Rio: onda de ataques já atingiu finalidade.
Walter Maierovitch, em 26/11/2020: A represália do crime organizado.
Marcelo Freixo, em 25/10/2010: Um deputado no olho do furacão.
Marcelo Freixo, em 24/11/2010: Caso para o serviço de inteligência.
Vladimir Palmeira, em 25/11/2010: Onde foram parar todos os criminosos.
Prof. José Cláudio Souza Alves, em 25/11/2010: Violência no Rio: a farsa e a geopolítica do crime.
Mauricio Dias, em 26/11/2010: Como em Canudos
Plínio Arruda Sampaio, em 26/11/2010: Caçada na favela da Vila Cruzeiro
Página 12, argentino, em 26/11/2010: Rio entre balas, policiais e narcotraficantes
Bahia de Fato, em 26/11/2010: Ações de criminosos no RJ precisam ser combatidas sem execuções e torturas
Gaza? Não, Rio de Janeiro, em 26/11/2010
Chico Alencar, em 26/11/2010: Violência no Rio é fruto da omissão crônica do poder público
Observatório de Favelas, em 27/11/2010: Observatório de Favelas: lógica de “guerra” é retrocesso
Luiz Eduardo Soares, em 27/11/2010: A crise no Rio e o pastiche midiático
Ricardo Targino, em 29/11/2010: Os paraísos artificiais e os infernos reais
José Cláudio Souza Alves, em 29/11/2010: A reorganização da estrutura do crime
Allan Mahet, em 29/11/2010: A Violência e a Manipulação da Mídia: Uma ‘Guerra’ Carioca

O Complexo do Alemão agora é do povo.

Caiu o último grande reduto dos traficantes no Rio, o antes impenetrável Complexo do Alemão.

Desde as primeiras horas de domingo, 28 de novembro, era dada como certa a invasão do morro pelas tropas que venceram os traficantes na Vila Cruzeiro. Porém o que se viu foram pouquíssimos focos de resistência e gradativamente o morro foi ocupado.

Alguns traficantes tentaram fugir disfarçados, outros se entregaram e aos poucos as rajadas de bala foram dando lugar a vida normal, típica de domingo. A população receosa ainda não está acostumada a nova rotina.

Policiais, soldados dão lugar a temíveis bondes de criminosos.

 

Amigos navegantes, abre-se uma nova página na história recente do Rio de Janeiro, muito mais coisas ainda vem por aí.

Extraído do site da Veja.

O dia em que a esperança venceu o terror

28/11/2010 às 22:33

O domingo começou tenso, com a notícia da invasão policial ao Complexo do Alemão, no Rio. Ao longo do dia, porém, o que se viu no entorno do conjunto de favelas foi uma progressiva descontração – entre a população e os militares. A ocupação dos morros encontrou resistência bem menor do que a esperada, e a avaliação feita pela Polícia Militar é de que a semana de horror no Rio termina com um gosto de esperança.

Em frente ao 16º Batalhão de Polícia Militar, muitas pessoas aglomeravam-se na rua, pedindo informações a policiais e fuzileiros navais. Ouviam-se tiroteios separados por longos intervalos. Lourdes Maia, 55 anos, ouvia um rádio de pilha e transmitia as notícias aos demais.  “Está dizendo que mais um ponto foi conquistado. E outro traficante foi preso!”, comemorava, agradecendo em seguida a um homem da Polícia Militar que também ouvia atento as notícias. “Está sendo muito mais fácil do que a gente imaginava. Os moradores vêm agradecer. Nunca tinha vivido isso”, dizia o militar, que participou das incursões à Vila Cruzeiro e ao Alemão.

(mais…)

O México não é aqui.

Chega de barbárie, chega de violência.

No desespero, traficantes amedrontam população.

Quem mais sofre é a população pobre ou rica. Do morro ou asfalto, Zona Norte ou Zona Sul. Em qualquer grande cidade é assim.

A Colômbia também vem derrotando o tráfico de drogas como também a guerrilha narcotraficante lá instalada há bastante tempo. Bogotá pouco a pouco vem abrigando zonas de paz, coisa que em outros tempos seria impossível.

Agora é a vez do Rio e o Brasil mostrar de fato seu valor. Mostrar porque foi escolhida sede das olímpiadas de 2016. Rechear o mundo com belas paisagens e praias, não mais com violência nem com traficantes exibindo impunes fuzis.

 

O desafio de Dilma, continuar a parceria com o RJ.

Essa operação de guerra comandada pelo Rio de Janeiro com total apoio do Governo Federal só demonstra a qualidade da parceria entre o Estado e a União. Sérgio Cabral e Beltrame serão lembrados para sempre por seus feitos. Só quem teve coragem enfrentou.

É preciso antes de tudo seriedade na condução do pós ocupação. Instalação de UPPs e também serviços públicos deverão subir o morro junto. A população necessita de Escolas, Creches, Postos de Saúde, Lazer e Esportes.

Que o México aprenda com nossos acertos.

Hasta la vista Baby.

Padilha pede pra sair.

 

O Morro agora tem outro comando.

Acompanhei na torcida, assim como milhões de brasileiros, aos últimos acontecimentos no Rio de Janeiro.

Percebi desde o começo que não se tratava mais de velhas táticas, tinha Comando, tinha Empenho, tinha Determinação nos olhos dos combatentes do povo. Tudo captado pelas lentes de aumento de toda a mídia Nacional e também estrangeira.

Tudo era novidade. Tanques de guerra nas ruas, Policiais do BOPE invadindo a Vila Cruzeiro, reduto maior de traficantes perigosos.

Guerra Civil? Não.

Aquilo era a Guerra dos homens de bem contra os traficantes que dominaram  aquelas comunidades a décadas. Aquilo não era filmagem do próximo Tropa de Elite.

Aquilo era realidade, balas de verdade e não de festim. Traficantes de verdade, Policiais e Soldados de verdade.

Chega de enganação, chega de atores, chega de enrolação. O bicho pegou e quem não ficou foi filmado correndo com inúteis armas rumo ao complexo do Alemão pela Serra de misericórdia.

O BOPE não entrou lá para pegar armas, nem a PM entrou para apanhar o “arrego” muitos menos os Federais entraram para proteger o Papa.

Eles entraram para ficar. Ocupar e por quê não PACIFICAR.

Para os que não acreditavam que este dia chegaria. PEDE PARA SAIR.

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