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Esse é o mundo que eu não quero para mim.

Nem para ninguém.

O racismo é deplorável.

O Jogador Boateng, do Milan, se enfurece com insultos racistas vindas da torcida adversária e restante do time do Milan se solidariza com o jogador ofendido.

Que a atitude destes jogadores sirvam para extermínio dessa praga nos estádios da Europa.

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A Ultra-direita disfarçada (ou não) no Brasil.

Algumas pessoas se prevalecem da Liberdade de expressão para expor suas ideologias facistas. Trata-se de um discurso que ataca o atual sistema e destaca posições racistas, preconceituosas e homofóbicas. Se blindam por ideologias muitas vezes religiosas ou sociais.

Vejam como está tão presente no nosso cotidiano que frequentemente negligenciamos esses movimentos. A Alemanha no ínicio dos anos 30 também negligenciou.

Yes, nós temos facistas.

Um ilustre representante do povo, usando sua Liberdade de expressão.

Boris Casoy e sua maneira exemplar de se referir aos garis.

Yes, Nós somos homofóbicos.

Jornalista do SBT conclamando pelos militares.

Luiz Carlos Prates, o que odeia pobres, com nostalgia da Ditadura.

Fonte: Blog Comunistas

Ultra-direita mata na Europa. E no Brasil também.

Não se engane com uma figura como essa.

 

Enganou-se quem achava que o responsável pelo massacre de Oslo usava turbante, possuia barba grande e propagava o Alcorão. Loiro, cristão, racista, islamofóbico e de ultra-direita, essas são características do terrorista norueguês Anders Behring Breivik, que atentou contra a vida de centenas no último ataque na Noruega.

É crescente o movimento de ultra-direita na Europa, e sobretudo no Brasil que se acostumou a “copiar” os moldes do Velho Mundo. Quem já esqueceu do discurso nacionalista e racista de Hitler?

O século XX foi marcado por duas grandes guerras, e foi na 2ª Guerra que o mundo pôde ver até que ponto chega a maldade do ser humano, até que ponto o desejo de supremacia racial é capaz de aniquilar. Por algum tempo grupos neo-nazistas foram combatidos, porém recentemente tais grupos tomam voz, espaço e já ocupam Governos.

E no Brasil?  Será que estamos livres?

No Brasil, vivemos por mais de 20 anos sob Ditadura Militar. Um regime autoritário que torturou e matou milhares, com a desculpa de livrar a Nação do Comunismo. O discurso da época muito se assemelha ao praticado por alguns hoje. A diferença está apenas na farda, não é mais necessário ser militar para ser ultra-direita. Jovens brancos, burgueses, carecas, racistas, homofóbicos, cristãos, anti-islamitas ou anti-semitas se protegem sob a Liberdade de expressão para que seus anseios intolerantes sejam propagados.

Há quem tenha saudades dos anos de chumbo, há quem ache que nossa democracia é uma bagunça que precisa acabar, há quem saia nas ruas para bater em negros no Metrô, ou matar homossexuais na Av. Paulista, há quem queime índio em praça pública, há quem fale abertamente que não viajaria num avião pilotado por negro, há no Brasil especimes iguais ou pior do que esse assassino da Noruega.

A intolerância é o combustível para essa guerra silenciosa. É impossível falar em Democracia sem antes olharmos para as minorias, sem antes incluirmos, sem antes aceitarmos.

Jamais a religião, a cor ou condição social deve servir de pretexto para se fazer qualquer mal, ou qualquer gesto de discriminação. Infelizmente tivemos que assistir este massacre do outro lado do mundo, mas no Brasil as crianças daquela escola em Realengo também pagaram com a vida. Esse desejo de morte está solto como uma praga sem vacina.

Devemos usar o que temos para que o racismo, a intolerância, o preconceito não invadam nossas almas. Precisamos usar nossa voz, nossas palavras e até nossos votos para que a praga do século XX não se transforme num monstro novamente.

Amigos navegantes em que lado você está?

Continua…

Racismo. Até quando?

Não é de hoje que se condenam práticas racistas. Seja no Brasil ou em qualquer nação do mundo. O mundo atual não deve tolerar ações deste tipo, e principamente quando parte de órgãos ligados ao esporte,  onde, na teoria, deveria se difundir a universalização e integração entre povos e etnias diferentes.

Porém ainda temos que nos deparar com coisas do tipo:

Esses atitudes demonstram a intolerância dos europeus, não são todos mas a maioria, quanto a questão do racismo. Se fosse uma agressão anti-semita já estariam na prisão, como no caso de John Galliano que foi aos tribunais por declarações contra os judeus.

Taí a grande diferença.

Amigos navegantes não viveremos em paz enquanto não apredermos viver com as diferenças.

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