Sinesio Pontes Blog

Início » Posts etiquetados como 'Veja'

Arquivo da tag: Veja

O sucesso do ENEM. Ninguém sabe, ninguém viu.

Houve algum problema grave com o ENEM esse ano?

Não vi repercussão nenhuma do maior concurso (em número de candidatos) do hemisfério sul. Quase 6 milhões de pessoas se submeteram sem problemas a dois dias de provas.

Esse exame passaria desapercebido senão fosse 65 “otários” que entraram na onda da mídia golpista e tiraram foto do cartão resposta à mando da Veja. Resultado: O MEC desclassificou-os.

O ENEM não sai da boca da oposição desse país, inclusive foi motivo de ataquestucanos ao então candidato Haddad na corrida eleitoral em São Paulo.

E sabe porque esta elite odeia o ENEM?

Porque  botou o filho da empregada para disputar de igual com o filhinho-de-papai. Isso, em países onde a burguesia comanda, é motivo até para golpe de estado.

Até que tentaram.

Este ano o sucesso do exame foi abafado. Gostaria de rever aqueles “especialistas” de anos passados, gostaria de saber suas opiniões agora.

Só sei o seguinte: Quem apostou contra o ENEM, perdeu.

 

Anúncios

Realmente, Civita não é Murdoch. É pior.

Não me venham com chorumelas.

Está declarada a guerra no Brasil: De um lado os Barões da Mídia e do outro a Internet.

Tudo pra livrar a cara de Policarpo Júnior, pra livrar a cara da Veja, pra livrar a cara de Civita. A tropa de elite (não a de Padilha) comprou a briga e entrou de cabeça. Em Editorial descaradamente chamado Roberto Civita não é Rupert Murdoch  (Editorial) acusa blogs e outros veículos de “atentarem” contra a liberdade de expressão, por causa de reportagens exibidas na Record e repercutidas nas redes sociais que expunham as relações entre Policarpo Junior, editor-chefe da Veja e Carlinhos Cachoeira.

As escutas revelam que o bicheiro “mandava” até em qual coluna deveria ser publicada tais denúncias fabricadas pelo bando, né Lauro Jardim? Até comemoração por repercussão de reportagem “criada”foi ouvida pela Polícia Federal.

Isso é liberdade de expressão?

Pra Veja, Globo, Folha, Estadão e outros sim. A liberdade é deles é assim.

Sem compromisso.

Isso inclui acusar blogs de serem chapa-brancas. Se defendem atacando, chamando os blogueiros de “sujos”, chamando os twitteiros de “robôs”.

E escondem Policarpo. E defendem Roberto Civita.

Na Inglaterra, por muito menos fecharam a centenária The News of the World do Rupert, se fosse no Brasil seria Roberto, Murdoch.

A Veja se configura como um risco institucional, pois provoca a opinião pública com denúncias fabricadas. A Globo, Folha, Estadão e outros repercutem tais denúncias dando um caráter “explosivo”. E assim está formado o circo, que possui como alicerce um bando de criminosos exploradores do jogo do bicho.

Agora eu pergunto: Quem é sujo, então?

Felizmente a rede mundial nos permitiu olhar além das lentes do plim-plim, além das páginas “limpinhas” da Veja, da Folha. A internet se configura como o refúgio da opinião, e  isso põe medo nos Reinaldos Azevedos ou Mervais, que não admitem o contraponto.

Não se iludam, nobres leitores, quem chamou Demosténes Torres de Mosqueteiro da ética foi a Veja. Quem editou o debate presidencial em 89 a favor de Collor comprovadamente  foi a Globo. Quem emprestou carros de reportagens à agentes torturadores do DOPS durante a ditadura foi a Folha. Estes veículos são os mesmos e nunca mudaram. Viveram à ditadura e na redemocratização da mesma forma, enganando a população em benefício próprio.

E sabem que somente juntos sobreviverão.

Até o fim.

Leia também:

A Veja quer censurar a internet – CartaCapital

CPI do Cachoeira tem que investigar Veja.

As relações da Veja com Cachoeira são maiores do que com Demóstenes. Mas porque ninguém fala nisso?

Jogaram um pá de areia na cara do povo.

De novo.

É inadmissivel uma Revista de tiragem nacional possuir furos jornalisticos vindo das mãos de um bicheiro. Por muito menos fecharam uma publicação tão sensacionalista quanto em Londres.

O Murdoch de lá é o Civita de cá.

Sem tirar, nem pôr.

A diferença é que lá não tem blindagem.

Nem o PiG.

#CPIdaVeja Já

Continuem lendo e não se deixem enganar. O espaço dado para apunhalar Agnello e Cabral deveria ser do Policarpo.

Extraído da CartaCapital

Revista Veja e Cachoeira

03.05.2012 12:28

Civita, o nosso Murdoch

Policarpo Jr., diretor da sucursal da revista Veja em Brasília, trocou 200 ligações com Carlinhos Cachoeira. O bicheiro goiano, escreveu o correspondente de CartaCapital em Brasília, Leandro Fortes, alega ser o pai de “todos os furos” da revista.  E Cachoeira disse estar pronto a detalhar as histórias que contou para Policarpo Jr. na CPI.

O patrão da Editora Abril, Roberto Civita, 75 anos, sabia quem era a fonte de todos aqueles “furos” da semanal mais lucrativa de sua empresa? Se for convocado para depor na CPI do Cachoeira, Civita reconhecerá que a Veja não respeitou a ética jornalística? Usar como parceiro de reportagem um criminoso com estreitos elos (às vezes acompanhados de subornos) com um senador, deputados, governadores e uma empreiteira foge à regra essencial do jornalismo: a de apurar as duas ou mais versões da mesma história.

Mas o patrão da Abril provavelmente não dará o ar da graça na CPI. Isso porque os jornalões e a tevê Globo agem em bloco para que isso não aconteça. São dois os motivos. O bicheiro, atualmente atrás das grades, favorecia os “furos” a envolver os inimigos “esquerdistas” da mídia tucana, principalmente petistas e ministros. Segundo motivo: jornalistas de outros orgãos da mídia também obtinham seus “furos” de Cachoeira.

Por essas e outras, Policarpo Jr. e a recomendável convocação de Civita para a CPI nunca estiveram no noticiário.

Enquanto isso, Rupert Murdoch, o magnata mais poderoso da mídia do Reino Unido, 81 anos, é interrogado horas a fio pela comissão parlamentar do Inquérito Leveson, que teve início em novembro de 2011. E na quarta-feira 2 até o Senado dos EUA entrou em contato com os investigadores britânicos para avaliar se abrirão um inquérito com o objetivo de investigar se a News Corporation passou a perna em leis norte-americanas.

Através de seus jornais – Times, Sunday Times, Sun e News of the World – Murdoch teve grande influência nas eleições dos primeiros-ministros conservadores Margaret Thatcher, John Major, David Cameron e Tony Blair. Até aí nada de errado. Publicações europeias apoiam candidatos políticos em seus editoriais, coisa que no Brasil acontece raramente. A mídia canarinho gosta de ficar em cima do muro enquanto distorce e manipula o noticiário a favor dos candidatos conservadores preferidos pelas elites. Enfim, prima a ambiguidade e a desinformação na mídia brasileira enquanto a mídia europeia se posiciona ideologicamente, o que lhe confere credibilidade. O leitor do vespertino francês Le Monde, por exemplo, sabe ter em mãos um diário de centro-esquerda que apoia o socialista François Hollande no segundo turno da presidencial, em 6 de maio.

O problema da mídia murdochiana foram os métodos por ela usados: escutas telefônicas ilegais e suborno de policiais por informações privilegiadas foram as mais graves. De fato, o tabloide News of the World foi fechado porque a acusações acima foram provadas. Jornalistas e um detetive contratado pelo jornal foram presos.

Agora o Inquérito Leveson quer se aprofundar mais na relação da mídia com políticos e funcionários públicos. Nesse contexto, investiga o grupo de Murdoch e outras empresas de comunicação. Ao mesmo tempo, pretende avaliar se o regime regulatório da imprensa da britânica falhou. Em suma, lá no reinado fazem o que não é feito aqui: uma CPI da mídia.

Murdoch admitiu no Inquérito Leveson ter sido “lento e defensivo” em relação às escutas telefônicas ilegais. Reconheceu ter falhado ao negar o conhecimento sobre a verdadeira escala dos grampos telefônicos até 2010 devido à conduta de subordinados que o deixaram sem informações. Ou será que Murdoch fingia que não sabia de nada?

São várias as semelhanças entre Roberto Civita e Rupert Murdoch. Ambos têm fascínio pelo “American Dream”, ou seja, a possibilidade de ganhar na vida na terra do Tio Sam, onde todos – eis aí um mito – podem fazer fortuna. E, por vezes, como se vê, a qualquer custo. Civita nasceu na Itália, mas aos dois anos, em 1938, foi com a família para os EUA, onde viveu por pouco mais de uma década. Depois de passar algum tempo no Brasil foi fazer universidade na Filadélfia.

Murdoch nasceu na Austrália, onde teve início sua carreira de empresário da mídia. Depois passou vários anos no Reino Unido, onde amealhou sua fortuna. E, finalmente, foi morar nos EUA para realizar seu sonho, o de obter a cidadania norte-americana e ser dono de um grande diário, no caso o Wall Street Journal.

Segundo o Inquérito Leveson, o patrão da News Corp. não tem “capacidade” para dirigir um grupo internacional. Isso seria possível no Brasil de Roberto Civita?

Veja, cadê DEMOsténes?

Os Temas em Foco, estão desfocados...

Abro a versão digital da “Óia” e procuro, em vão, algo sobre DEMOstenes, ou pelo menos Marconi Perillo.

Resultado:

Nadinha.

Cadê Augusto Nunes e seus comentários fétidos? E Reinaldo com seu ódio e rancor?

Este “lixo semanal” não está nem aí para a Opinião pública e faz sua própria pauta, fascista. DEMOraram muito para fazer a simples ligação entre Cachoeira, DEMOsténes e Perillo em Goiás.

E se recordarmos que eles já tinham feito a mesma coisa quando Aécio foi pego bêbado numa blitz no Rio, e também com a “Privataria Tucana”.

Operação Abafa geral.

Até quando?

Leia também:

Demóstenes, Marconi e Policarpo

Aécio, o Bêbado.

%d blogueiros gostam disto: